Goleada em cima do River foi a maior da história do Flu como visitante

Filipe Carbone

, Fluminense

O Fluminense estreou na Copa do Brasil com uma chuva de gols. Além do bom início de temporada no Campeonato Carioca, a goleada de 5 a 0 contra o River-PI na primeira fase da competição foi a maior como visitante na história do clube.

O recorde anterior já perdurava há 22 anos. Em 1997 o clube carioca venceu o Santa Cruz por 4 a 0 e selou a marca que só seria superada pela equipe do técnico Fernando Diniz no jogo desta terça-feira (5). Naquela partida os gols foram marcados por Jorge Luís, Roni, Marcelo Rocha e Lima.

Apesar de ter feito história nessa partida, a equipe não tem motivos para se orgulhar da participação na Copa do Brasil nesse ano. Naquele ano o Fluminense foi eliminado logo na fase seguinte para o Ceará. Diferente do que foi visto na partida contra o Santa Cruz, o tricolor não conseguiu marcar um gol sequer na fase seguinte. Perdeu o primeiro jogo por 1 a 0 e empatou o segundo em 0 a 0.

E sem dúvida não é só para o Fluminense que o Nordeste dá sorte. Bruno Silva e Marlon fizeram o primeiro gol deles pelo Flu contra o River. Já em 1997, os quatro autores dos gols também marcaram pela primeira vez naquela partida.

E foi por muito pouco que o resultado não se igualou à maior vitória do tricolor na competição. Nesse hiato de resultados positivos como visitante, o tricolor conseguiu dois recordes em casa. Aplicou duas goleadas por 6 a 0 jogando no Rio de Janeiro. O placar aconteceu em duas ocasiões: em 2000 contra o Maranhão e em 2007 contra o ADESG. Por fim o Fluminense terminou como campeão da competição nesse mesmo ano

Jogadores comemoram vitória sobre o River-PI

Placar foi o maior do Flu como visitante (Foto: Divulgação | Mailson Santana | Fluminense)

O jogo

Além de Bruno Silva e Marlon, Luciano marcou duas vezes e Everaldo uma. O tricolor não teve dificuldades para garantir a vitória e conquistar a vaga na próxima etapa da competição. Além disso, com dois pênaltis na partida, o Fluminense determinou o fim do jejum de faltas na grande área: não sofria um pênalti desde abril de 2018.

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