Emprestado em 2018, lateral do Botafogo quer permanecer no clube

Allan Leibovici

, Botafogo

Depois de uma temporada em 2017 com 31 partidas como titular, o lateral-direito Arnaldo acabou emprestado ao Ceará, no ano de 2018, onde fez 14 jogos. De volta ao clube carioca para 2019, o jogador tem sondagens de outras três equipes do futebol brasileiro, mas já reiterou seu desejo de permanecer no Alvinegro.

Arnaldo em ação pelo Ceará ( Foto: Divulgação | Ceará )

Ponte Preta, Coritiba e Vila Nova manifestaram interesse no jogador, que, em sua carreira, tem passagens por diversos clubes do interior paulista, como Mirassol, Grêmio Novorizontino, Penapolense e Ituano.

Pelo Botafogo, Arnaldo tem apenas um gol marcado. Foi no dia 25 de janeiro, contra o Macaé, pelo Campeonato Carioca, quando era titular da equipe, antes de ser emprestado ao Vozão para a disputada do Campeonato Brasileiro.

Jogador da base também quer mais chances em 2019

Ezequiel, cria da base do Botafogo, subiu para o time profissional em 2017 e criou grande expectativa na torcida. Logo em sua segunda partida, mostrou frieza para driblar o zagueiro e estufar as redes no empate em 2 a 2 com o Cruzeiro, no Estádio Nilton Santos. Nesta temporada, as chances para o atacante de 20 anos aumentaram. Ao todo, foi a campo 22 vezes, sendo titular em sete oportunidades. No entanto, o atleta viveu uma seca de gols em 2018.

Em entrevista ao Esporte 24 Horas, Ezequiel mostrou maturidade. O atleta declarou estar tranquilo quanto ao jejum e afirmou que está trabalhando para em 2019 voltar a balançar as redes com a camisa alvinegra.

“Eu fico tranquilo. O gol é consequência de um trabalho. Eu sei que o gol vai sair naturalmente. Eu só estou trabalhando mesmo, focado, já pensando em 2019, e esperando que essa seca de gols acabe.”

O jovem tem estrela. Com pouco tempo na equipe principal, Ezequiel já colocou no currículo o título do Campeonato Carioca. Na competição, participou de 12 jogos.  O atacante disse ser um privilegiado por poder levantar uma taça logo no início de sua carreira como profissional.

“Eu me sinto um privilegiado, um abençoado. Pois começar a carreira profissional assim, já com um título Estadual, é indescritível. Fica até difícil falar, porque são mistos de sensações e momentos e diversas coisas que marcaram. Foi muito especial para mim.”

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